quarta-feira

Impressões sobre a Sala São Paulo e o concerto

Ao ouvir as Músicas na Sala São Paulo, eu ....

....Senti uma paz enorme.

...tive a sensação que iria ouvir uma ótima música.

... senti que estava num lugar muito bonito e gostoso.

..me senti muito bem reunida com meus amigos, nossos professores e estes momentos são marcantes para mim. Eu guardo para sempre e nunca vou esquecer.

....fiquei arrepiada e muito emocionada o tempo todo.

...tive muito sono mas na segunda peça foi bem legal.

....fiquei muito relaxada, quase dormi.

... me senti tranqüilo e prestei muita atenção no movimento do maestro, além disso, fiquei muito atento porque nunca tinha assistido uma orquestra sinfônica.

...me senti bem por conhecer coisas diferentes.

....me lembrei e me senti como quando eu era criança e meu pai me levava para ouvir música. O silêncio para ouvir música faz a música ir na alma.

....fiquei muito alegre de poder assistir um concerto pela primeira vez na minha vida.

... na hora tive sono e depois fiquei triste.

...fiquei assustada com tantos instrumentos de uma vez só e depois me senti uma criança muito feliz ao lado dos professores naquela sala.

Veja algumas fotos do estudo do meio à Sala São Paulo

segunda-feira

Histórias com alimentos!

A moranga que abriu

Os patrões viajaram para A lemanha e quando voltaram trouxeram dois amigos. Eles pediram para que eu preparasse um jantar para eles. Eu preparei camarão na moranga.
Fiz o molho do camarão e dei uma fervida na moranga. Até aí, tudo bem. Quando foi na hora de servir o jantar, coloquei o camarão dentro da moranga, pus na bandeja para colocar na mesa e foi aí que o "bicho pegou": Quando eu coloquei a bandeja na mesa a moranga abriu e foi camarão para todos os lados.
Imagine a minha vergonha na frente dos convidados que acabaram comendo só a massa da moranga com arroz e salada!

Deonalva Paiva da Silva


Farofa de ovos fritos

Quando eu era criança eu comia muita farofa.
Quando foi um dia minha mãe saiu e me deixou com minha irmã. Ela fez uma farofa e eu pedi um pouquinho, mas ela não me deu. Esperei ela sair e comi. Quando ela voltou percebeu que eu tinha comido a farofa. Ela me deu uma surra e emborcou a panela na minha cabeça!

Enelita


O Baião que marcou a minha vida

Eu trabalhava para uma família que tinha um filho que gostava muito de baião de dois. Eu, então, tinha por obrigação de fazer para ele todas as semanas. Ele adorava o baião que eu fazia e eu também gostava muito de fazer para ele. Nos gostávamos muito.
Quase três anos depois que eu trabalhava na casa dele eu tive que sair de lá para vir para São Paulo. Eu já tinha comprado as passagens e so faltavam oito dias para que eu viesse.
Ele faleceu. Para mim foi uma das maiores perdas que eu já tive em toda a minha vida. Eu nunca consegui esquecer e sempre que eu faço baião, lembro muito dele, é como se ele estivesse aqui.
É por isso que essa comida e a que mais marcou minha vida.
Quando eu estive no Norte, a mãe dele pediu para que eu fizesse um baião de dois para que todos juntos pudessem saborear depois de cinco anos que eu tinha saído de lá.
Foi muito bom, mas ele não estava e fez muita falta!

Francisca


Sobremesa destruída

Eu já passei várias decepções depois que exerci a profissão de cozinheira.
Uma delas foi quando eu fiz uma canjica para servir no almoço como sobremesa. Eram seis pessoas. A patroa queria algo quente porque estava frio.
Fiz uma bela canjica com amendoim. Servi o almoço e enquanto eles almoçavam pus a canjica para ferver. Agora é que chegou a hora das decepções: peguei uma tigela de cristal, coloquei em cima da pia e despejei a canjica dentro dela. A tigela estourou na hora, ficou toda a canjica espalhada em cima da pia, com os cacos de cristal.
Coloquei a mão na cabeça e falei: Meu Deus, e agora?!
Minha patroa era muitoboa, e eu sabia que ela entenderia. Abri uma lata de pêssego, coloquei em uma tigela bonita e servi com chantilly.
No dia seguinte fiz outra canjica porque ela ficou com muita vontade de comer.
(Eu adoro D.Lia, nunca perdi o contato com ela)

Hélia Almeida C. Santos



O pão de queijo que ficou duro

Fui na casa da minha amiga e ela fez um delicioso pão de queijo de forno. Pedi a ela a receita para fazer para meu filho.
Numa tarde de domingo, resolvi fazer e falei para ele:
__ Filho, vou fazer um pão de queijo tão delicioso que os cachorros não vão nem comer, porque não vai ter sobras.
Fiz o pão de queijo seguindo a receita que ela deu para mim. Não sei o que coloquei a mais ou a menos, mas o pão de queijo ficou duro que ninguém conseguiu comer.
Meu filho deu muita risada e falou:
__ Mãe, a senhora tinha razão, nem os cachorros vão comer esse pão de queijo de tão ruím e duro!

Ilma Xavier dos Santos



A pimenteira


O meu pai sempre que estava almoçando, comia feijão com farinha.
Ele pegava o feijão com a farinha e misturava com as mãos, fazia bolinhos para comer com molho de pimenta, que era a mistura.
Um dia desses ele estava almoçando e eu queria comer com ele mas ele não queria e falava não. Eu continuava teimando até que ele ficou bravo, pegou o bolinho que ele fez no prato de feijão com farinha e bastante pimenta e me fez comer.
Eu aprendi o que era NÃO!

Irene Valetim da Silva


O doce

Eu me lembro quando eu era criança e estudava, na minha classe tinha uma aluna que a família dela roubava. Meu primo vendia doce com uma pessoa e essa aluna roubou e colocou a culpa em cima de mim. A classe toda ficou sabendo e foi contar para meu avô.
Eu sem saber do que estava acontecendo. A aluna falou na sala que eu tinha pego o doce e meu avô acreditou nela. Ele me bateu.
A pessoa que era responsável pelo doce não acreditou e foi brigar com meu avô. Só que não adiantou nada porque eu já tinha sido espancada.
Não foi fácil eu apanhar sem culpa.

Ivone



A tragédia do alimento

Há muito tempo eu morava com meu primo. Morávamos os dois sozinhos numa casa. Nós dois mesmo que cozinhávamos. Nessa mesma época eu peguei um serviço numa ótica para reformar a loja.
A loja funcionava durante o dia e a noite era fechada. A gente chegava para trabalhar nesse horário e até nos feriados. Era muito puxado. Nos finais de semana a gente entrava às sextas-feiras e saia na madrugada de segunda-feira.
No último dia de jornada terminamos no domingo à tarde. Eu estava tão cansado e com sono que não aguentava mais nada. Fui andando e meu irmão ficou fazendo uma limpeza.
Cheguei em casa morto de sono, cansaço e fome. Tomei um banho e depois fui "passar" um bife para a gente almoçar. Coloquei o bife na panela, fui para o quarto e liguei a televisão. Eu só vi até aí.
Logo depois,meu irmão chegou e me deu um susto enorme gritando e dizendo que a carne tiha queimado. Eu acordei atordoado e corri para a cozinha e lá estava só a panela com o carvão da carene.
Ele já tinha desligado o fogo! Foi um susto!

José Aparecido


Lembrança do Passado

O mais engraçado que aconteceu na minha vida com comida foi quando meu primo estava vindo do nordeste para São Paulo e eu fiquei de fazer o almoço. Os meus colegas foram buscá-lo na rodoviária e eu fiquei para fazer o almoço. Não tinha costume de cozinhar na panela de pressão. peguei os dois frangos, coloquei na panela com mais dois litros de água com medo de queimar o frango.
Eles chegaram.
Eu chamei para almoçar e eles comentaram que estavam com muita fome. Ao chegar perto da panela virama aquele mar de água e me falaram:
__ Quem vai mergulhar aqui nesse mar de água?
Nessa hora eu lembrei das palavras que minha mãe falava para mim. Um dia você vai ter que se virar sozinho por este mundão de meu Deus. Naquele momento fiquei muito triste por não saber cozinhar.
Foi o que mais marcou minha vida. Até hoje quando lembro daquele momento penso comigo po que fizeram gozação da comida que eu fiz!!!

Marcelino Correia Gomes




Travessura
s

Quando eu era criança, eu e a minha prima pulávamos a janela da dispensa da casa do meu avô escondidas para pegar carne para comer. Nós íamos brincar de casinha e cozinhávamos a carne para fazer a nossa comidinha debaixo da árvore. Era tudo escondido dos nossos pais.

Também quando era criança, subia no armário para pegar bolacha. Eu pisava na prateleira. Um dia a prateleira caiu em cima de mim com tudo. Sofri para contar para minha mãe, é que era difícil de tanto medo dela e bater.

Eu estava fazendo feijão e de repente o pino da panela de pressão pulou e a panela estufou. Eu sai correndo com medo da panela explodir. Só que depois eu voltei para pegar o pino e colocar na panela de volta.

Lidia Ruas dos Santos


A costela do Noivado


Quando eu tinha 16 anos minha mãe mandou fazer uma costela para meu noivado.
Eu não sabia cozinhar. Ela falou para mim fazer a costela com macarrão. Eu peguei a costela com toda a gordura e coloquei na panela de pressão com muita água mas sem nenhum tempero. Só com sal. Levou duas horas para cozinhare quando minha mãe abriu a panela ficou muito brava comigo. Eu falei para ela que se ela tivesse me ensinado a cozinhar não teria ficado daquele jeito.
Ela foi colocar temperos na costela para servir o almoço.

Maria Aparecida Cunha


A batata que me deixou triste


Um dia eu fui fazer batata frita e quando terminei de fazer eu esqueci o óleo no fogo. Quando eu voltei para a cozinha o óleo estava pegando fogo. Queimou a panela e o fogão destruiu inteiro.
A cozinha ficou inteira de fumaça. O teto da cozinha ficou preto e eu passei uma tarde inteira tentando limpar a sujeira.
Quanto mais eu limpava, mais a fumaça aparecia. Eu fiquei com o corpo todo dolorido de tanto ficar com os braços para cima tentando limpar o teto.

Maria Helena Lima


O pão de ló que não deu certo.


Um dia epguei uam receita de pão de ló no jornal para fazer. Fiz o preparo da massa, coloquei no forno para assar e logo começou a derramar no forno e não parou mais. A fumaça começou a queimar e no final ficou uma borracha e não prestou para comer. Deu muito trabalho para limpar o forno e as assadeiras, porque foram muitas para a massa que derramava.
Joguei fora. Limpei tudo e não tentei fazer mais o tal pão de lá.
Quando meu patrão chegou foi logo procurar o pãod eló por todo o lugar para comer......

Verônica

A morte da galinha

Quando eu era criança, minha mãe mandou eu matar uma galinha, mas não deu certo. Eu não sabia como fazer aquilo.Ela estava amarrada e eu tinha que tirar um pouco das peninhas dela com a faca. Eu e ela estávamos com medo e, além disso, eu estava com dó. Cortei o pescoço dela e pensei que ela estava morta.
Quando de repente ela se levantou e correu atrás de mim. Encontrei uma escada e subi. Fiquei gritando e minha mãe que terminou de matar a bichinha.
No fim tive que lavar e cozinhar aquela que correu atrás de mim no quintal inteiro.

Maria Cleonice Gonzaga

Sopa de macarrão com jabá

Um dia minha avó mandou eu fazer sopa de macarrão com carne de jabá. Eu fui fazer.
Coloquei o macarrão para cozinhar e depois misturei tudo. Deixei cozinhar. Nesse dia minha avó estava doente e não podeia fazer a sopa, então, por isso ela pediu que eu fizesse. Só que minha avó não me disse que a carne de jabá era muito salgada. Como eu não sabia, coloquei sal na sopa.
Quando minha avó provou a sopa para ver se estava boa, ela me chamou e disse:
___Você colocou mais sal na sopa?
Eu respondi que sim.
Ela ficou furiosa e disse:
___Mas não era para colocar sal na sopa. A carne já era salgada.
Eu disse que não sabia e deixamos a sopa. Nós não comemos.
Ninguém lembrou que meu tio tinha saído e só voltou três horas da manhã. Ele não tinha comido nada e não sabia que a sopa estava salgada. Ele viu a sopa e esquentou. Comeu tudo.
No dia seguinte quando minha avó foi ver, não havia nada na panela. Ela perguntou se eu havia tomado e disse que não. Meu tio ouviu e respondeu que que tinha tomado a sopa era ele. Minha vó perguntou se ele não tinha achado salgada. ele respondeu:
___Salgada? Eu nem reparei nada, com a fome que eu estava!

Maria das Graças de Souza

O bolo da vovó

Quando eu era criança sempre que eu ficava doente a minha vovó fazia um bolo de macarrão muito gostoso. Eu nunca vou esquecer. A minha mãe fala para mim que eu ficava doente só para comer o bolo da minha vó que eu amo.

Quando somos crianças, somos mais famintos. A minha mãe viajou para Goiânia e a minha irmã ficou para fazer comida, mas ela não sabia, então, ela fez uma carne de porco que eu nunca vou esquecer. A carne me deu uam dor de barriga que durou um mês!

Marcia Francisca


O macarrão e o ovo que não deram certo

A primeira vez que eu fiz macarrão eu pensava que era feito como arroz. Coloquei o macarrão na panela com água e deixei cozinhar. A água ficou seca e o macarrão duro. Tão duro que não dava para sair da panela...

Outra vez fui cozinhar um ovo no microondas. Coloquei o ovo com um pouco de água. O ovo estorou e fez uma sujeira tão grande que eu mesma me assustei.

Marilene Alves

O almoço de Natal

Em dezembro minha patroa me pediu que eu fizesse umas quiches para serem servidas para seus sogros que são vegetarianos. Só que deveriams ser feitas com farinha de arroz.
Eu coloquei todos os ingredientes e fiz a massa. Coloquei na geladeira e fui fazer o recheio. Quando eu terminei de fazer o recheio e fui abrir a massa, então, foi aí que aconteceu a tragédia.
Ao tentar abrir a massa deu tudo errado. A massa não abria e ficava toda em pedaços.
Fiquei muito nervosa e comecei a chorar. Fiquei com vontade de jogar a massa fora porque não dava certo, então, minha patroa me perguntou porque eu estava chorando.
Eu respondi que a farinha não tinha dado certo para a massa.
Ela pediu que eu ficasse calma que ia dar tudo certo. Ela pegou a massa e começou a colocar na forma. Modelou todo o fundo da forma de quiche.
No final deu tudo certo com as quiches de Natal.
Todo mundo comeu e estava maravilhoso!

Maria Meire N. da Silva


O almoço


Um dia meu pai e minha mãe convidaram o compadre e a comadre para almoçar em casa. Só que o almo;co era um tatu. Pai e mãe não sabiam que o compadre não gostava de comer tatu.
O compadre chegou na hora do almoço e ficaram batendo um bom papo.
O almo;co já estava pronto e pai e mãe chamaram o compadre e a comadre para almoçar. Quando o compadre viu o almoço ficou triste, mas sentou na mesa e comeu de tudo um pouco, só não comeu o tatu.
Meu pai perguntou:
__Compadre, o senhor não vai comer o tatu?
Ele respondeu:
__ Desculpa, compadre, eu não gosto de tatu. Pai ficou triste e disse para o compadre:
__Eu é que tenho que pedir desculpas!!

Reginaldo de Jesus Marinho

O esquecimento

Quando eu morava sozinho na Móoca, eu começava a estudar às sete horas e saía de casa às seis horas da tarde. Um dia esqueci a panela de pressão no fogo com feijão.
Ao chegar em casa às onze e meia da noite, a panela ainda estava lá e o feijão já estava torrado, a borracha da tampa estava toda derretida.
Havia um cheiro forte que dava para sentir lá da rua.
A casa estava tomada pela fumaça e a quantidade era tanta que até os vizinhos já tinham chamado os bombeiros.
Para sair todo o cheiro levou mais de uma semana.
Sei que escapei de um desatre maior!

Ricardo Abade Teixeira de Souza

Remédio

Quando eu era pequena minha mãe sempre tinha que me dar remédio. Era azeite doce e eu não gostava de tomar azeite doce! Para tomar o remédio ela tinha que oferecer qualquer coisa.
Ela disse que ia me dar carne para comer e eu ficava com tanta vontade de comer carne. Eu ficava dentro do quarto com a porta fechada e o copo de azeite e ela dizia que só levava a carne quando eu terminasse de tomar o remédio. Euderramava o azeite e dizia:
__ Já terminei.
Ela vinha com a carne e eu comia e ficava por isso mesmo.

Outros acontecimentos

Meu pai me pediu para fazer um café para ele e eu não sabia fazer o café do jeito que ele gostava, mas mesmo assim fui fazer o café para ele. Só que em vez de colocar o açucar, coloquei sal e foi uma bronca daquelas....

Minha mãe gostava de fazer ensopado de frango. Eu gostava muito do caldinho. Fui fazer desse caldo uma farofa e em vez de colocar a farinha coloquei fubá....Me deu uma raiva de mim mesmo!!!

Outra vez fui fazer um macarrão tão empolgada. Coloquei o macarrão para cozinhar na água. No lugar de colocar na água quente, coloquei o macarrão na água fria. O macarrão cozinhou tanto que virou uma papa. Fiquei muito chateada.

Frango Assado


Um dia fiz um almoço para a minha cunhada, só que ela chegou em casa muito cedo. Nós ficamos conversando e esqueci do frango que estava no forno. Quando eu lembrei já tinha queimado. Minha mãe chamou brigando comigo porque eu deixei o frango queimar.
Nós estávamos bebendo caipirinha e aí a gente foi comer bifes.
Fiquei com vergonha de ter bebido a caipirinha mas depois passou.

Joselita

Bolo de Limão

Um dia cheguei na casa da minha patroa e ela tinha feito um bolo com sabor de limão. Só que ela errou na receita do bolo e no lugar de colocar três colheres de suco, ela colocou meio copo de suco de limão. O bolo ficou tão azedo que ninguém conseguia comer.
Meu patrão disse a ela:
__Você inventou esse bolo? De onde você tirou essa receita, foi de um pé de limão? Eu nunca vi uma coisa tão ruím. Voc6e vai comer este bolo e vai parar no hospital.... acho bom jogar fora.
Minha patroa comentou que devia ter esquecido alguma coisa e ficou chateada.
Esse foi um dia que não dá para esquecer.

Jarnelândia(Leninha)


Cozinha e cozinhar


Eu nunca gostei de cozinhar. Quando eu era pequena, minha mãe dizia que eu e minha irmã tínhamos que fazer todo o serviço de casa, então, eu não gostava de cozinhar e eu dizia para a minha irmã que ela fosse fazer a comida que eu ia limpar a casa e ela concordava comigo.
Hoje ela sabe cozinhar muito bem e eu não. Quando passei a ser dona de casa, sofri, pois eu sempre deixava faltando tempero ou cozinhava com sal demais.
Não gosto de cozinhar até hoje.

Solange Borges

A galinha que ninguém comeu


Quando eu era pequena morava no interior. Um dia meu pai falou que viria um amigo dele jantar em casa e era para matar uma galinha.Eu pedi para minha mãe deixar que eu fizesse o jantar e ela deixou. Eu matei a galinha, cortei bem direitinho, lavei, e estava muito empolgada porque estava fazendo aquele jantar. Não via a hora de servir, então, a hora chegou.
Estavam todos sentados à mesa. Minha mãe colocou a comida, a galinaha estava bonita ebem temperada. Todos colocaram no prato e começaram a comer.
Ao olhar para a mesa, todos estavam com a cara ruím. Papai perguntou:
__ O que tú colocaste na galinha? Foi erva-doce?
Ele começou a brigar com minha mãe e ninguém comeu da galinha.
O problema foi que no lugar de cominho eu coloquei erva doce e ficou muito ruím!

Esperança Neta Maia

O fracasso do bolo

Um dia eu fiz um bolo de fubá para mostrar à minha patroa que eu acertava fazer. Eu peguei todos os ingredientes, coloquei em cima da pia para preparar o bolo.
Comecei a preparar. Coloquei na panela para cozinhar até o ponto de cozimento, só que passou do ponto e cozinhou demais e ficou duro! Foi preciso jogar no lixo porque não prestou para nada. Fiquei triste porque tinha feito o bolo escondido para surpreendê-la e, no fim, não teve bolo nenhum para agradar a patroa.
Eu pensei:ainda bem que ela não sabia que eu estava preparando o bolo.
Ela continua sempre dizendo:
__ Martinha, nunca fez um bolo!
Eu fico bem quieta. Nunca contei que tentei fazer mas não consegui.

Martinha Moreira dos Santos

O colega que não sabia cozinhar

Uma vez fui convidado para jantar na casa de um colega. Cheguei lá achando que ia comer muito.
Foi uma decepção! Não tinha nada para comer porque meu amigo não sabia cozinhar.
O jeito foi comprarmos uma pizza para matar a fome que estávamos!

Josinaldo Roberto dos Santos

A sopa de cenoura ou abóbora?

Quando eu cheguei aqui em São Paulo eu comecei a trabalhar muito nova e não tinha experiência. Comecei a trabalhar neste mesmo trabalho que estou até hoje.
Um dia minha patroa pediu para eu comprar legumes: batata, chuchu e cenoura. Enfim, ela pediu todos os ingredientes para fazer uma sopa. Fui no sacolão comprar todos eles, mas não tinha a cenoura.
Eu não podeia ir no outro sacolão porque tinha um namorado lá e fiquei com muita vergonha. Eu pensei: vou voltar e comprar um pedaço de abóbora bem vermelhinha e fazer uam bela sopa para minha patroa.
Ela comeu e achou muito gostosa a minha sopa de abóbora e nunca descobriu esse segredo que guardo até hoje!

Ereni

Lembranças da minha infância

Quando eu era adolescente , aos treze anos, eu não me alimentava direito e era bem magrinha. A minha mãe dizia que eu tinha muitos vermes, então, ela preparou um remédio com bastante ervas e azeite de mamona.
Eu tinha que tomar tudo aquilo de madrugada em jejum. Ainda sinto o gosto de tudo em minha boca. Passo até mal, só de lembrar.
Depois fui morar com minha avó. Eu já estava curada. Minha querida avó fazia para mim biscoito de polvilho que era uma maravilha de bom.
Sinto muita saudades da minha querida avó, que não está mais entre nós.

Izabel Maria de Jesus

O alimento para alma


Fizemos um passeio ao centro de São Paulo para alimentar nossa alma. Afinal, ela também precisa de alimento!

Leia alguns comentários sobre nossa visita:


....A igreja por dentro era uma coisa muito impressionante. O silêncio era muito lindo!...

....Aquele pão no final da missa foi bom demais....

....Encontrar os colegas foi bom porque eu estava meio perdida e também foi gostoso comer o pão com os colegas...

...No mercadão fomos fazer os trabalhos de estudo do passeio. Nós saímos cada grupo para um lado andando pelo mercadão....

....Aprendi bastante coisa no passeio. No mercado vi muitas frutas diferentes. Eram de outros países, algumas já são cultivadas aqui também....

...A minha primeira impressão da igreja, foi de muita paz!...

...Eu não conhecia o centro da cidade e fiquei encantada com a beleza. É uma pena ser tão suja....

....Foi muito legal todo mundo reunido para comer o famoso Pão Bento....

....Foi divertido sentar todo mundo junto e comer aquele delicioso lanche reunidos....

....Na missa o mais significativo foi o silêncio das pessoas....



O estudo do meio

Eu fui sozinha com Deus, peguei o ônibus terminal Bandeira e passei pela Faria Lima e Nove de julho, desci no ponto final e andei um pouco e cheguei no mosteiro.

O que mais chamou minha atenção foram as imagens que são muitas, e as imagens pintadas no teto. O interior da igreja é muito bonito, parece uma obra de arte. A igreja parece ser pequena, mas é grande pois cabem muitas pessoas. A missa me trouxe paz e conforto ao meu coração, porque quando saio de casa fico com o coração apertado com saudade dos meus filhos e fico triste, mas com a missa me senti bem.

Na saída, todos ali reunidos, uns tirando fotos e outros comendo pães e muito unidos como uma família. No percurso para o mercado, um pouco chocante porque tinha muito lixo nas ruas, mas tem muitas coisas bonitas, aquelas construções antigas e as lojas que ficam nos chamando para comprar.

A impressão é maravilhosa, é tanta fruta, muitas coisas que dão vontade de provar um pouco de cada. A arquitetura é interessante e o teto é alto para que tenha ventilação para tantas barracas e todas as pessoas. A hora do lanche parecia uma só família todos sentados, e os professores pareciam nossos pais nos servindo. Deu saudade de nossa terra e de comer com a mesa cheia. Eu descobri que tudo é maravilhoso, mas os preços são muito salgados, tudo é muito caro. As pessoas são alegres, outras mal humoradas. É uma mistura de tudo um pouco.

Cida Souza


Eu fui para o estudo do meio de carona com a professora Luciana e foi muito bom e rapidinho.

Eu achei o mosteiro muito lindo e achei a missa muito bonita, mas o que me chamou mais a atenção foi o coral, eu fiquei de ver eles cantando com aquela voz tão linda que os monges tem .

Eu achei o altar e o teto da Igreja muito bonitos e bem decorados.

Me trouxe muita paz e alergia, aquela fumaça deixou o meu corpo bem leve. Eu me senti muito bem ouvindo as

Palavras de Deus, porque alimenta a minha alma e o meu corpo.

Quando agente reuniu lá fora da porta da Igreja eu lembrei muito de quando tem casamentos que os convidados se reúnem para ir na festa.

Apesar dele ser um prédio muito antigo, mas me chamou muito atenção porque eu achei bem decorados.

Eu achei muito bonitos os vidros, que estavam muitos bem cuidados.

E na hora do lanche foi muito legal a gente reunido com todos Professores para comer o lanche. Eu comi o pastel de bacalhau e achei muito bom, porque eu ainda não tinha comido este delicioso pastel. Nesta hora eu lembrei do nosso almoço do Estudo do Meio no semestre passado que foi muito marcante para mim.

Eu achei legal fazer o trabalho junto com os colegas. Eles são muitos divertidos, legais!

Professora Luciana, todos os momentos da escola são muito importantes para minha vida.

Vilma


Quando cheguei no mosteiro, achei maravilhoso. Eu nunca tinha visto as imagens de Jesus com os anjos em cima do altar no teto. Lá tinha um santo com a bíblia na mão. Era muito bonito.

Nós, Gilvânia e Vilma, fomos com a professora Luciana, fomos conversando.

A missa foi boa, os monges e o padre fizeram incenso e as fumaças e na missa fiquei muito feliz e com paz no meu coração e no fundo da alma, bem profundo as músicas e o som silencioso. Na saída do mosteiro, eu encontrei as amigas, os professores.

Pela rua vimos uma loja de bijuteria e sapato e guarda-chuva. Tinha muito lixo e umas lojas.

No mercadão, no banheiro, os papéis higiênicos tinham um cadeado no teto. Nas ruas tinha muito lixo. Tinha telha em cima da banca de bacalhau, azeitona, palmito. Quando cheguei no mercado, eu achei que parecia uma igreja. Quando chegou o pastel quente, estava muito gostoso. O sanduíche de mortadela estava bom. Fui saber sobre os frutos, uma goiaba da Índia e várias frutas: tinha banana de São Tomé e morango.

Quando estava voltando, parando na estação do metrô da Vila Madalena com a professora Dirce, fomos tomar cerveja.

Foi muito bom, delicioso!

Thereza de Moraes


Eu fui sozinha, peguei ônibus, metrô, fiquei nervosa um pouco, mas perguntei para uns funcionários do metrô. Deu tudo certo. Quando cheguei, fiquei encantada com a igreja. Pelo que vi por fora, é linda, mas não vi dentro. O que vi gostei. O que me chamou mais atenção foi que ela é muito freqüentada e as obras de artes são muito antigas. Não posso falar muito porque não cheguei a ver a missa, não entrei. Quando cheguei, todos estavam saindo e não deu para ver muita coisa. Todos se encontraram, falaram da missa, outros ficaram tirando fotos, outros ficaram empolgados, mas não poso falar o mesmo porque não vi a missa. Fiquei ouvindo dos colegas o que eles acharam de interessante e foi maravilhoso.

No caminho, vimos muitas lojas e estávamos ansiosos para ver logo o mercado. Vimos várias coisas, barulhos, pessoas muito boas vendendo de tudo que você imagina. Quando chegamos no mercado, fiquei de boca aberta. Tudo era muito lindo e grande. Eu olhei e não pensei que fosse o mercado, pensei que fosse uma casa de algum famoso de tão grande e muito linda.

Em relação às pinturas, os desenhos, tudo era muito lindo. Eu adorei o passeio, foi maravilhoso. O mercado, a igreja, o lanche. Para falar a verdade, não gostei muito do famoso sanduíche. Pensei outra coisa, pensei na mortadela quentinha. Só gostei do pastel.

Agora sobre a pesquisa, ver as frutas, olhar todo o mercado foi bom. Conheci várias frutas, conheci uma da China, outras que nunca tinha visto na minha vida. Perguntei algumas coisas e as pessoas que respondiam foram muito educadas. Gostei. A Celeste, a Vilma, o Enedino eram do meu grupo. Gostei das minhas colegas de grupo, elas foram legais, tudo foi legal. Faria tudo de novo!

Rosilda da Costa Neves



Eu fui para o mosteiro sozinha. Saí de casa, peguei o ônibus até a estação Vila Madalena, peguei o metrô, fui até a estação paraíso e depois peguei novamente o metro até a estação São Bento onde desci e fui para a igreja assistir um pouco da missa.
O que mais me chamou atenção foi a entrada, que é muito bonita .
As pinturas no teto e as imagens são umas obras de arte. O altar era muito bonito, eu tinha muita fé, mas nunca levei a sério, ia para missa para buscar algo como alimento para minha alma. Foi muito bom ver todo mundo na porta da igreja comendo pão. Foi uma alegria para mim ver aquele grupo reunido como se fosse uma família, foi lindo demais.
Saindo do mosteiro, descemos uma ladeira , depois atravessamos a rua 25 de março, que é um lugar muito sujo, tem lixo jogado em toda parte. A primeira coisa que eu vi foi as músicas tocadas com um instrumento de madeira. O que eu fiquei vendo foi o desenho do mercado que é muito bonito . O lanche foi muito bom, ver todo mundo comendo em uma mesa grande e a gente comendo foi lindo. As pessoas do mercado eram muito simpáticas, eles falavam os nomes das frutas que eu nunca vi.

Maria Lisete



Eu fui de ônibus até a Vila Madalena e de lá fui de metrô até o paraíso. Aí fiz baldeação e peguei o metrô Tucuruvi até a Estação São Bento. Fui sozinha. Eu não fui à missa desta vez, mas já tinha ido da outra vez. O que mais chamou atenção foi os monges todos de preto. O interior da igreja não achei tão diferente das outras. Eu não andei dentro dela, voltei de onde estava sentada. O mais significante para mim foi a calma que senti durante a missa, trouxe uma paz. Foi legal, porque podemos nos conhecer melhor todos juntos na mesma hora.

O percurso não foi tão bom por causa da sujeira que tem nas ruas, devia ter mais higiene para eles mesmos. Aminha experiência foi boa, gostei, pois dentro do mercado tudo era muito limpo e não tinha cheiro de peixe, por isso gostei muito. Espero voltar mais vezes. O que mais me chamou a atenção é que lá tem dois andares e a frente é muito bonita, com os vidros todos pintados, bem trabalhados. O lanche foi dez, pois estava muito gostoso!


Bernarda Gorete da Silva



Fui para Colégio Santa Cruz encontrar com a professora Luciana e com algumas colegas que eram a Vilma, a Cris e a Tereza. A gente foi de carro com a professora Luciana. A minha primeira impressão foi de que eu fui felizarda pelo espírito Santo de estar na casa de Deus, obrigado Jesus Cristo!

O que mais chamou a minha atenção foi os santos, porque me dava a impressão que eram de verdade. Era a coisa mais linda que eu já tinha visto na minha vida! Bom, a igreja era muito linda, o teto era maravilhoso e tinha bastante imagem de santos e nas paredes também era tudo lindo. Eu falei obrigado divino espírito santo por eu estar aqui. O mais significante para mim durante a missa foi saber que durante a missa eu estava alimentando meu corpo e mente, a alma com o divino espírito santo. Na saída do mosteiro, todos se encontraram para conversar como foi esse momento tão especial e achamos que esse momento foi um privilégio estar na casa de Deus. A gente saiu do mosteiro para ir até o mercadão. Foi muito bom, a gente foi conversando bastante e também eu estava ansiosa para chegar lá. A minha primeira impressão quando cheguei ao mercadão foi falar: “Nossa, que coisa mais linda que é o mercadão!” Era como eu imaginava. Em relação à arquitetura e a construção, eu achei maravilhoso, tudo era perfeito. O que me chamou a minha atenção foi as paredes, quase no teto, tinha as imagens de Jesus Cristo. Eu fiquei admirando, que coisa linda!

O momento do lanche foi muito bom, todos reunidos sobre a mesa comendo. Tudo foi maravilhoso. Bom, eu fiz descobertas maravilhosas. Tinha frutas divinas que eu nunca tinha visto na minha vida. Em relação às colegas de pesquisa, foi legal. A gente se divertiu demais. Sobre as pessoas das barracas, algumas tinham boa vontade de atender a gente e outras não.

Gil


Eu fui sozinho para o mosteiro encontrar todos, professoras e alunos do Colégio. Fomos conhecer o mosteiro. Tinha bastante imagem e monges. As imagens pareciam que estavam cheias de pó e eram altas. Tinha muitos desenhos, o silêncio, a fumaça, paz e amor. Ver todos ali na calçada do mosteiro foi um momento de alegria.

Fizemos uma caminhada, todo mundo junto, do mosteiro até o mercado municipal. A impressão era que teria muita gente diferente, japonês, chinês, alemão e pessoas de outros países. E realmente tinha, mas não foi como eu pensei. Achei diferente do mercado da Lapa, porque é maior e tem mais comida, lanches e frutas. Tem várias coisas em comum com o mercado municipal da Lapa, carne seca, arroz, feijão, e outras coisas.

Tinha uma barraca coberta de telha e, no andar de cima, o medo de pisar e cair embaixo. No momento do lanche, parecia que o pessoal tinha chegado do Ceará com três dias de fome, mas isso só foi um pensamento.

Foi tão bonito na hora do lanche, parecia que todo mundo era da mesma família. Achei as pessoas das barracas muito educadas, a gente perguntava o nome de umas coisas e elas explicavam sem cara feia.

Quanto as minhas colegas, foi mil maravilhas, merecia até um prêmio, só não dei um presente para cada uma por que eu não estava com dinheiro suficiente para dar presente para todas.

Enedino da Silva Oliveira



Eu fui ao passeio e assisti a missa no mosteiro de São Bento. A minha primeira impressão ao chegar no mosteiro foi a arquitetura, o mosteiro que foi fundado em 1912. O interior da igreja era lindo, eu fiquei muito impressionada com as pinturas do teto, com as imagem de cristo e com os anjos ao lado.

Durante a missa, a música cantada pelos monges era bonita, eles tocando o órgão todos juntos alimentou minha alma. A saída do mosteiro foi um momento especial, todos nós nos juntamos ao lado dos professores. A professora Helena distribuiu o pão que os monges fazem e abençoam. Eu estava alimentando o meu corpo e a minha alma. Nós fomos a pé e descemos uma ladeira que acabou na Rua 25 de março, andamos um pouco e chegamos ao mercadão. Minha primeira impressão foi ótima com aquele enorme mercado, com aquela arquitetura tão linda, aquelas pinturas na sacada. O momento do lanche foi especial, parecia que eu estava com minha família, aquela mesa enorme parecia os finais de semanas junto com meus irmãos.

Nas bancas de frutas tinha vendedores legais que mostraram diversos tipos de frutas que eu nunca tinha visto. As típicas e as de outros estados. Eu pesquisei com Antonia, que é super gentil e legal, e com a Gilvania, que com seu jeito falante perguntou muitas coisas.

Maria Aparecida Santos




Fui de ônibus até à estação Vila Madalena, e lá estavam alguns alunos e professores. Pegamos o metrô e descemos na estação São Bento, próxima do mosteiro. Foi muito bom, tirei umas fotos, mas não ficaram boas.

A primeira impressão foi um lugar bonito e agradável, o que chamou mais atenção foi o tamanho, muito grande. O mais marcante foram as pinturas no teto, os monges cantando e o órgão tocando. Foi muito legal, conversamos e demos risadas. Gostei muito quando encontrei o Enedino, o único homem da nossa turma que foi. Os professores até deram pão para os alunos. Descemos a ladeira passamos na 25 de março onde tinha alguns vendedores nas ruas e poucas lojas abertas. Adorei tudo. Muito bem organizado. A igreja era muito linda, não imaginava que era tão bonita. Era linda aquela entrada de vitral muito bonito, não sabia nem que tinha a parte de cima.

O momento do lanche foi o mais esperado. Eu imaginava um pão enorme com mais recheio, mas foi bom, me diverti muito. Descobri que o mercado é bem maior do que eu imaginava, lotado. As barracas tinham muitas coisas diferentes, frutas que eu nunca tinha visto antes . Quanto as colegas foi muito legal . Eram Rosa, Vilminha, Enedino e eu. Tiramos muitas fotos.
Celeste


Mosteiro de São Bento

Na igreja tinha pinturas no teto e os santos no alto, muito interessante.

Mercado municipal

Eu fui com os professores e colegas. Passamos na rua 25 de Março. Até o mercado foi tudo muito bom, a missa me trouxe muita paz e as impressões de quando chegamos no mercadão foram boas, porque tinha tudo de bom. Fiquei com muita vontade de comer o famoso lanche de mortadela, não foi tão gostoso quanto eu esperava, pensei que fosse melhor, mas tudo bem, foi uma experiência gostosa. Nas barracas muitas pessoas simpáticas e alegres, quero voltar mais vezes.

Sobre as colegas com quem realizamos esse trabalho do Mercadão foi tudo bem. Fiquei muito triste porque a máquina não tirou uma foto, porque o filme estava errado e não percebi, ficou na lembrança. Um dia, quem sabe, eu voltarei.

Antonia Alves Ferreira


A minha ida ao mercado despertou uma coisa muito boa porque não são todas as pessoas que têm oportunidade de desfrutar de tudo de bom que tem lá, assim como o pastel de bacalhau e o famoso sanduíche de mortadela. Sem contar que tem muito mais variedades, as pessoas são muito atenciosas, sem contar que lá tem coisa no mercado municipal como frutas que são mais bonitas assim como as barracas são muito bem arrumadas e diferentes. Os vendedores são tão atenciosos com as pessoas, tem coisas que não tem em outro lugar. Lá é um dos lugares mais bonitos, mas o meu tempo foi muito curto porque eu tinha que trabalhar.

Adenilton



Veja algumas fotos do estudo do meio ao centro de São Paulo.

Alimentação

O projeto de estudos sobre Alimentação iniciou-se, dentre outros eventos, com uma sessão de cinema na escola.
Os alunos assistiram o filme: Temperos da Vida

Veja abaixo alguns comentários sobre como pode-se " temperar a vida"

Eu tempero minha vida....

.... com uma pitada de amor para com o próximo e um quilo de paciência no trabalho e com minha família. Costumo temperar também com cem gramas de obediência, bom humor e compreensão.
Para alegrar tudo isso acrescento uma gotinha da essência que exale o perfume do bem estar e no final um belo sorriso !

...... dando amor e carinho para todos a minha volta. Acordo sempre com um belo sorriso no rosto e tudo que faço durante o dia procuro fazer tudo com amor. É o melhor tempero para se viver bem.

... cuidando de mim, fazendo as coisas certas, e cuidando das minhas obrigações...gosto da minha família com amor e carinho como se fosse uma gota de jasmim.

.... com bom humor, disponibilidade, vivendo bem com as pessoas. Todos os dias eu aumento uma dose desse tempero. O tempero da minha vida poderia ser uma soma:
1245 de alegria + 3725 de amizade= 4966 de amor

.....com um pouco de cada coisa boa, que é pensar, olhar, fazer viver momentos inesquecíveis e querer bem as coisas que faço. Preciso incrementar a minha alma e a vida de uma forma espiritual. É tão importante fazer e aprender coisas que não sabemos. Nos alimentar nas horas dificeis. Sorrir para não chorar e estar de bem com a vida.

..... com o tempero da felicidade.É ser feliz e também fazer o próxiom feliz. Só assim a vida fica bem temperada...

...com amor, trabalho, estudo, diversões, amizades e família...

---amor e respeito ao próximo....

....com muito amor, respeito e é preciso saber tem paciência com nossos próximos...

---com a alegria de poder dar bom dia para um outro dia, só assim minha vida já está temperada. O amor dos meus filhos e do meu marido e o meu amor por eles também é meu tempero....

....muito cuidado, amor, carinho, ter nosso trabalho e nossa casa. Respeito pelas outras pessoas, saber fazer amizades. Ter paciência, fé e principalmente lutar por aquilo que nós precisamos para ter uma vida tranquila....

....com o carinho que faz a gente ser feliz e com o amor que a faz a gente amar.....

.... com um sorriso logo de manhã dando um bom dia para os que estão por perto de mim podendo doar um pouco de mim mesma. Amar ao próximo como amar a mim mesma....

...com muito amor, amo Deus, meus filhos e coloco amor em tudo que vou fazer....

....ficando junto dos meus familiares, pais, avós. Morar uns perto dos outros e amar o próximo. Pedir desculpas quando tiver certo, respeitar o próximo e dar respeito, além de jogar muita bola!...

.....com saúde e paz e quando está tudo maravilhoso...

...quando eu estou com a minha família reunida. O tempero tem amor, tem sabor e felicidade.....

....com um pouco de carinho, outro pouco de alegria, um pouco de tristeza e muita dificuldade, depois esqueço as tristezas e sigo feliz...

...com muito amor, paciência, carinho, respeito, doçura. É muito bom você acordar e agradecer a Deus por te dar mais um dia de vida, saúde, força para encarar todos os desafios da vida. Cada dia que passa, eu estou aprendendo uma coisa nova. É muito bom ser feliz!..


...fazendo o trabalho com prazer e com as pessoas que eu gosto...


.....com saúde, felicidade, a paz e muito amor. Minha vida está sempre temperada...